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Tokyo Motor Show - 2001
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Não é por outro fato senão que a indústria japonesa de automóveis vem a cada ano se notabilizando por produzir carros melhores que a cidade de Tóquio recebe dois salões automobilísticos de nível internacional, o Tokyo Auto Salon em janeiro e este, o Tokyo Motor Show, que teve início em 27 de outubro e encerramento em 7 de novembro.
Assim como Genebra, o Tokyo Motor Show, é palco das mais variadas criações de designers e engenheiros, exercendo sua criativa imaginação e incorporando aos bólidos todos os avanços tecnológicos disponíveis na indústria automobilística. Tóquio sempre apresentou inovações e conceitos no mínimo curiosos e, em sua 35ª edição, a história não é diferente! Acompanhe um pouco do que o salão deste ano apresenta...
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A Daihatsu é conhecida no Japão como especilalista em pequenos SUV's (Mini Wagons), e por lá esta classe de veículos agrada bastante, sendo uma categoria onde praticamente todas as montadoras disponibilizam vários modelos ao consumidor. Exemplos destes carros no mercado brasileiro, vem do Daihatsu Cuore e Athos Prime, este último mais recente e com vendas até que razoáveis.
O Muse, apesar de estar longe do arrojo e conceitos mais ousados, é uma proposta moderna na categoria, principalmente porque promete deixar o status de conceito e tornar-se veículo de produção da montadora.
Dotado de motor de 660 cm³ - outra característica dos mini SUV's - apesar do tamanho, apresenta bom espaço interno devido ao assoalho plano, pela ausência do túnel central. Outro aspecto que inova no Muse fica por conta das rodas aro 15", bem maiores do que as rodas de 12 polegadas usadas usualmente por seus "irmãos".
A integração com a modernidade vem com a adoção de um sistema de telefonia celular incorporado ao carro que permite entre outros coisas, acesso a internet e chamadas convencionais.
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A Mazda já havia nos dado um preview desta máquina em Genebra, mas ao que parece não ficou contente com o resultado e reapresentou o conceito RX-8 (substituto do RX-7 provavelmente em 2002), com algumas alterações de design, que o tornaram esteticamente muito parecido com o Honda S2000, do qual será concorrente.
 Semelhanças a parte (para não chamarmos de plágio), o Mazda RX-8 conta com o novo motor rotativo do fabricante, chamado de Renesis e, que tem capacidade volumétrica correspondente a um motor convencional de 1300 cm³, mas que é capaz de gerar 250 cavalos de potência a 9000 rpm. O torque produzido é de 22,0 kgfm a 7500 rpm.
Outra novidade no carro - já usada em alguns carros - é a abertura de pequenas portas traseiras com dobradiças próximas ao pará-lamas traseiro, fazendo com que elas se abram em sentido contrário ao das portas dianteiras, facilitando a entrada dos passageiros.
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Para esta edição do TMS, a Mercedez trouxe um carro em que se pode encontrar todos os recursos tecnológicos somados a um design agressivo já presente em seu último Roadster - o Mercedez F-400 Carving.
O Carving nada mais é do que um veículo de pesquisa e testes, onde são verificados dispositivos de controle dinâmico e segurança ativa que poderão ser aplicados nos futuros veículos de produção da marca, o que não deixa de impressionar quem vê o carro.
Dois são os pontos altos do carro. O primeiro é o novo sistema de suspensão que raliza uma inclinação de até 20º das rodas de esterçamento de acordo com as condições do piso, velocidade e inclinação lateral da carroceria, afim de aumentar a estabilidade do carro em curvas. Este sistema só pôde alcançar seu objetivo graças a adoção de pneus especiais que utilizam compostos diferentes de borracha no lado interno e externo. O externo é mais duro e menos suscetível a deformação, enquanto o interno é extremamente macio e molda-se de acordo com a inclinação da roda.
O segundo destaque, fica por conta do design, que não é apenas agressivo, mas que tem a preocupação de usar as linhas do carro como elementos aerodinâmicos geradores de sustentação negativa, ou seja, forçá-lo contra o solo.
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Para todos os apaixonados e frustados amantes do Skyline GT-R34, a Nissan trouxe ao salão o carro que promete ser a continuidade do mito. O GT-R, apresentou outra grata surpresa - volante do lado esquerdo do carro, já que seu predecessor foi produzido e exportado apenas para países onde se dirige com mão e volante a direita.
Do "antigo" Skyline pouco resta, a não ser a grande tomada de ar dianteira, o conjunto ótico traseiro dotado de quatro lanternas redondas e o célebre logo do GT-R. Nem mesmo o nome Skyline foi mantido, uma vez que a montadora já o utiliza em outro carro seu, que em nada tem a ver com o primeiro.
A motorização conserva os seis cilindros, porém ao invés de ser em linha, agora é em "V". O propulsor é capaz de gerar 400 cavalos de potência, o que é bem mais do que os 280 produzidos pelo antigo motor. O torque também é consideravelmente maior, o que vai levá-lo bem mais rápido aos 100 km/h (no GT-R34 eram necessários 5,2 segundos), bem como a velocidade máxima, que continua a ser limitada eletronicamente aos 250 km/h.
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